quinta-feira, 18 de junho de 2015

DEIXE O POVO AMAR!

Embora os presentes já tenham sido dados, eu não queria deixar de falar sobre algo que envolve o tão comentado dia dos namorados. Me refiro aos variados comentários  que esse dia - determinado socialmente - gerou nas redes sociais. Sempre gera. Tudo gera.

Pesquisando sobre as origens do dia dos namorados no Brasil, encontrei um artigo relevante Na História Viva, UOL:

"No Brasil, a história do dia dos namorados começou em 1949. Na época, o empresário João Dória trouxe do exterior a ideia de celebrar uma data em homenagem aos jovens casais. No entanto, a festa passou por algumas adaptações para se encaixar melhor nas tradições do país. Em primeiro lugar, a referência a São Valentim, santo nada popular na cultura brasileira, foi abandonada. Em seguida, trocou-se o dia 14 de fevereiro pelo 12 de junho. A nova data, véspera do dia do “santo casamenteiro”, Santo Antônio, foi escolhida para que a festividade pudesse animar o fraco comércio no sexto mês do ano. E deu certo."

Deu. Vi pessoas se manifestando a favor; se manifestando contra; manisfestando amor; manifestando alegria por estar solteiro. E entre essas manifestações, o que me incomodou mesmo foram os comentários que criticavam as manifestações de carinho naquele dia. Acredito, de verdade, que o dia dos namorados, como o dia das mães, dos pais, das crianças, sejam artimanhas do capitalismo. Mas, ainda assim, eu quis e me preparei para esse dia. A razão? A rotina e a distância podem, muitas vezes, impedir que momentos um pouco mais especiais aconteçam com a frequência que a gente deseja.

Muita gente pode discordar. E eu entendo. O amor é mesmo reconhecido nas demonstrações mais simples, e eu defendo essa ideia. Mas, deixe o povo amar do seu jeito! Mesmo que só seja exposto aos olhares alheios nos dias 12 de junho de cada ano. Entre preconceito, violência e estrelismo na minha timeline, eu prefiro o amor. Esqueça o comercial. 

Finalizo com a única foto que tiramos nesse dia. Dia que houve amor, como em todos os outros.


Beijos e até!

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