domingo, 19 de julho de 2015

ARNALDO ANTUNES: NA FLIP, NO PALCO E NO FONE DE OUVIDO.

Embora a Flip – Festa Literária de Paraty – já tenha chegado ao fim há alguns dias, eu não poderia deixar de sinalizar mais uma coisinha quanto a ela: a minha única insatisfação. E, não; a culpa não foi do evento! Foi minha. Eu, infelizmente, não participei da palestra do cantor, poeta e compositor que eu tanto admiro: o Arnaldo Antunes.

Me informei a respeito e soube que o assunto abordado por ele e Karina Burh, na palestra intitulada "Desperdiçando Poesia", foi a poesia musicada e seus afins. Encontrei um bom artigo no G1 e ainda um vídeo liberado pela própria FLIP, com o qual me fiz por satisfeita. Esse aqui:


Em compensação, e por pura sorte, no dia 10 de julho, (que foi numa sexta-feira), graças ao circuito SESC, o polo de Barra Mansa contou com a presença dele, o Arnaldo. Numa montagem minimalista e com um repertório que mesclou sucessos antigos e de seu último álbum, Disco, o artista envolveu o público e fez a gente sorrir e chorar. Falo por mim.

Inspirada por essa "chuva de Arnaldo", decidi compartilhar com vocês quais são os meus 3 álbuns favoritos de sua carreira solo. Vale dizer que, ao todo, são 15 álbuns:

  • Nome (1993)
  • Ninguém (1995)
  • O Silêncio (1996)
  • Um Som (1998)
  • O Corpo (2000)
  • Paradeiro (2001)
  • Saiba (2004)
  • Qualquer (2006)
  • Ao Vivo no Estúdio (2007)
  • Iê Iê Iê (2009)
  • Pequeno Cidadão (2009)
  • Ao Vivo lá Em Casa (2010)
  • Especial MTV - A Curva da Cintura (2011) (com Edgard Scandurra e Toumani Diabaté)
  • Acústico MTV - Arnaldo Antunes (2012)
  • Disco (2013)

E os meus 3 álbuns favoritos são (que coisa mais difícil!):

  • Saiba (2004): Esse álbum é um misto de emoções: há amor (Pedido de casamento, Cabimento, Grão de amor, Consumado, A razão dá-se a quem tem), uma pitada de sensualidade (Cachimbo, Imaginou) e, ainda, reflexão sobre identidade e o nosso lugar no mundo (Saiba, Se assim quiser, Elizabete no Chuí, Onde estavas, lugar?, A nossa casa, Itapuana, Areia).


  • Qualquer (2006): Eu enxergo esse álbum como um todo. Um trabalho completo e autoexplicativo. É como se cada canção contasse uma história que pode ser facilmente ligada à outra. Um álbum intenso e emotivo. E que - se é que eu posso garantir isso por muito tempo - traz a minha música preferida: Dois perdidos.


  • Iê Iê Iê (2009): É alegria pura! Dá vontade de sair dançando pela casa, com os passinhos desconexos que o próprio Arnaldo lançou. E, de repente, cair num choro rápido com a Meu coração. Já que Arnaldo sem drama, não é Arnaldo, poxa!

Não foi fácil selecioná-los. Há diversas músicas incríveis espalhadas por esses álbuns à fora. Bom, espero que, caso você não conheça o trabalho do cantor, termine de ler esse texto com vontade de ouvi-lo. E, quem já o conhece, por favor: toca aqui! o/

Beijos e até!

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