sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A ESCOLHA DA CARREIRA (E O CORAÇÃO).


Eu devo confessar que, antes de me formar na faculdade, eu acreditava que as portas se abririam com certa facilidade depois de ter o diploma em mãos. Não considerava a ideia de que a prática é diferente (talvez totalmente diferente) da teoria, não só no que se refere à carreira, mas nas mais variadas áreas da vida da gente.

Bem, cada um tem uma motivação própria para escolher a graduação que vai cursar (motivação até mesmo para não cursar ... Mas esse seria outro texto!). Da infância à adolescência, me rodeei por tudo que envolvia escrita e ensino. Partindo daí, minha motivação parece ter sido bastante consistente: escolhi o curso de Letras. Fui muito feliz durante todo o curso (e devo confessar que sinto falta daquela rotina)! Me formei e, de lá para cá, passaram-se quase 4 anos. Tudo isso, para dizer que ainda me sinto uma aprendiz no que diz respeito à carreira. A verdade é que não é nada fácil construí-la. Talvez ninguém tenha te dito isso, assim, às claras. 

É desafiador definir o trabalho que vai te acompanhar por toda uma vida. E mais desafiador ainda é escolher exatamente aquilo que faz seu coração pulsar. De todas as considerações que devem ser feitas quanto a sua escolha, sério, a mais importante é essa: respeite o seu verdadeiro eu. Muita influência externa acaba alcançando a gente nesse processo. Livre-se disso. Quando fazemos o que amamos, leve o tempo que levar, os bons resultados vêm. É um clichê, mas eu acredito nele, de coração.

Um detalhe: ninguém está completo apenas por ter um diploma nas mãos. Você ainda não está pronto. Nem a sua opinião, nem seus conhecimentos, nem sua prática. E tudo bem! São as experiências e seu desenvolvimento ao longo da vida que vão delineando o caminho que você verdadeiramente quer seguir. Só esteja certo de escolher o que faz sem coração pulsar. Eu continuo à procura. Nunca esqueça a questão do coração!

Beijos e até!

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