sábado, 23 de janeiro de 2016

SAGA DA DECORAÇÃO: MOLDURA INUSITADA PARA OS NOSSOS POSTERS.

Ah, é muito gostoso decorar! Desde a procura por coisas bacanas até o produto final, é tudo prazeroso. Aqui em casa, são poucos os cômodos que já estão do jeitinho que a gente quer. Estamos decorando aos poucos, pensando bem direitinho na hora de comprar, pra depois não nos arrependermos da compra de algum item que não "orne", tanto com a casa, quanto com o nosso gosto. Mesmo que o Bruno e eu não tenhamos os gostos bem parecidinhos nesse quesito, a gente consegue lidar bem com as escolhas e adaptá-las de um jeito que agrade aos dois. Isso é essencial, afinal, a casa é dos dois, certo?!

Gostamos muito de posters e a ideia era colocá-los na parede do nosso escritório sem emoldurá-los. Eu gosto muito de buscar referências no Pinterest. Não só para decoração, mas para um gama de coisas. Passeando por lá, encontrei uma alternativa aos quadros comuns. Por que não colocá-los em um prancheta?! Achamos uma ótima opção! Além de fugir do óbvio (que é sempre bom), conseguimos investir menos ainda do que planejávamos para o resultado final. Dá só uma olhada, ó:




E tudo o que precisamos foi fita dupla face para parede, pranchetas e posters, que imprimimos na gráfica, em papel couchê. Já havia citado onde encontrei posters bacaninhas aqui! Se você gostou, conta para a gente, tá bem? Espero que tenha se inspirado também. A casinha da gente sempre merece um carinho!

Beijos e até!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

5 [RE]DESCOBERTAS MUSICAIS QUE VAMOS OUVIR O ANO TODO!

É engraçado me dar conta do quanto a música tem poder sobre mim. Sobre nós. E o quanto uma música pode despertar as mais variadas emoções, a qualquer momento.

Estivemos conversando, o Bruno e eu, sobre o fato de estarmos ouvindo as mesmas músicas há muito, muito tempo. Costumamos ouvir mais músicas no carro, já que viajamos com frequência. Em viagens, a gente consegue se concentrar, refletir sobre a letra, cantar em voz alta e até imaginar como seria se a gente fizesse um show (algo bem próximo de "uma grande vergonha", por exemplo. Haha!). 

A questão é que não renovamos o pendrive. E, ontem, decidi mudar isso. Com a ajuda do Spotify, ouvi vários álbuns e, ali naquelas sugestões de banda de acordo com o que a gente já ouviu, encontrei coisas lindas. Algumas das descobertas que listei não são, digamos, novidades do universo musical. Mas, aqui em casa, está sendo, sim! Pretendemos ouví-las em muitas e muitas viagens (e mirabolar mais shows - constrangedores - na cabeça!). Ó, só:

♥ Phill Veras - "O jovem maranhense, Phill Veras, 23 anos, é compositor, cantor e músico. Permeia os clássicos da canção brasileira com poesia e melodias contemporâneas. Autodidata, precoce, vem se destacando como um dos principais artistas da nova geração responsável pela produção musical nacional." Mais, aqui!

Conheça Sorriso Ao Sono, do álbum "Gaveta":

"Liga o meu peito no teu, 
vê se acha um conforto ao tom que eu sou."

♥ Baleia - "É uma banda que começou no Jazz, se destacou fazendo versões cover de músicas Pop nesse estilo e agora lançou seu primeiro álbum, que mistura uma enorme gama de referências brasileiras com uma alma Post-Rock". Você pode saber mais aqui

Conheça Casa, do álbum "Quebra Azul":


"Tudo que me alcança era sonho. Agora, não."

♥ Versos Que Compomos Na Estrada - "O duo Versos Que Compomos na Estrada nasceu em 2013 com o encontro artístico dos paulistas Lívia Humaire e Markus Thomas, ambos em momentos de pesquisa para direção de suas caminhadas solo, porém, a força e as intenções poéticas desde encontro construiu antecipadamente uma estrada de versos e melodias por onde passavam." Mais, aqui!

Conheça O Poeta:


"O mundo imprimiu em todos um jeito igual 
e fez, nesse gesto, o nexo parecer tão normal."

♥ Bernardo Bravo - "Bernardo Bravo é compositor há mais de 7 anos. Com dois EPs, dois álbuns e um DVD gravado, atua na cena de Curitiba e do Brasil sempre com foco na canção brasileira. É integrante do premiado projeto FELIXBRAVO, duo de composição de música brasileira que tem como principal foco a criação de músicas que mesclem o universo erudito e popular." Continue lendo aqui!

Ouça Cangote, do álbum "Arlequim":  



"Parece que logo que te vi eu já quis me casar.
 Parece que esse farfalhar cheira mais que alecrim."

 Vanguart - "O grupo começou a despontar para o resto do país no final de 2006, quando organizou suas músicas online no MySpace, na TramaVirtual – e passou a compor em português. Aos poucos, o nome da banda começava a despontar em algumas rodas de conversa, em vídeos no YouTube, em blogs de música – e seus primeiros shows no Rio e em São Paulo são bem recebidos, embora com alguma estranheza." Mais aqui

Ouça Estive, do álbum "Muito Mais Que o Amor":


 "Enfim, procurei em todo mundo por algo 
que eu só encontrei em você."


E, então? Já conhecia algum de deles? Nos identificamos! Se você conhece alguma banda que gostaria de indicar pra gente, deixa nos comentários, tá? É que a gente adora ouvir coisas novas ...

Beijos e até!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

SOBRE A GRAÇA DE SER ADAPTÁVEL (E O PODER DA FORÇA)!


Já abrimos garrafa de vinho com parafuso, na falta de um saca-rolhas. Já abrimos lata de almôndegas com faca. Já usamos pano de prato para a limpeza, na falta de flanela. Já fechamos pacotes de alimentos não perecíveis com pregador. Já fizemos arroz sem alho, só porque não tinha alho mesmo.

A gente poderia, é claro, deixar de lado o que estávamos fazendo e sair para comprar a ferramenta correta para aquele determinado fim. Mas, além da preguiça (que em tempos de férias é ainda mais certeira), existe um fato que nos impede de fazer isso: somos adaptáveis! Você pode achar que isso é só uma desculpa para mascarar a preguiça (e é!), mas tem alguma coisa de cômico e não trágico nesses ajustes do dia-a-dia. É impressionante como a gente sabe - e, se não sabe, aprende a - se virar direitinho!

Me vem na cabeça algo como "Se a gente é capaz de abrir uma lata de salsicha com uma faca, somos capazes de lidar com esse probleminha aqui com outra ferramenta também". A gente se adapta. Como quando fizemos um varal improvisado no quarto, em dia de chuva, amarrando a cordinha no varão da cortina e no varão de dentro do guarda-roupas. Você nunca pensou nisso, não é verdade? Pois é. Anote aí.

E, na hora da batalha dos Jedis - digo, entre você e o seu par - lembre-se que você pode usar um sabre de luz de outra cor. Ou, usar a sabedoria da Força e evitar maiores conflitos. Sempre há uma alternativa!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

D.I.Y. COM BRUNO MACHADO (SÉRIO!): ÍMÃS CUSTOMIZADOS!


A gente está descobrindo muitos talentos aqui em casa! O Bruno, por exemplo, descobriu que tem tino para o artesanato. É, ele. Eu não! Hahaha ... (Desculpa por isso, amor!)

Pensando sobre a decoração da casa e como deixá-la bem do nosso jeitinho, algumas ideias surgiram. Como, por exemplo, expor coleções. Há uns dias, decidimos que colecionaríamos tampinhas de cervejas. Das industrializadas às artesanais. A gente estava conversando sobre essa teoria aqui: seria a cerveja o novo vinho?! Como vemos cervejas e mais cervejas surgindo nas prateleiras! Já pensou sobre? Sugiro. Confesso que está sendo uma coleção divertida. Mas, demoraaada. A gente não bebe de segunda à segunda, né, migos? Pelamor!

A ideia é fazer das tampinhas imãs de geladeira! E, ontem, o Bruno pôs a mão na massa (que gracinha!):




O resultado ficou muito bacaninha! Viu como temos poucas ainda?! Eu disse. Se você quiser fazer algo semelhante, ele fez o seguinte:

1) Cortou pedaços de papelão para preencher o fundo da tampinha.
2) Cortou pedaços de ímã para colar no papelão.
3) Colou o papelão na tampinha e o ímã no papelão com cola universal.

Sei explicar FAÇA VOCÊ MESMO com clareza? (Nãããão!). Estamos com outra coleção bem no início também. Mas, essa é assunto para outro post, né? Ah, estamos aceitando dicas de decoração! Sério. Deixe nos comentários pra gente, vai?

Beijos e até!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

POR AQUI, A GENTE VAI SE DESFAZENDO DO QUE NÃO NOS CABE MAIS.


Eu não sei se você é assim também. 

Com certa frequência, me pego dizendo frases como "Não tenho roupa para...", "Não tenho sapatos para...", "Não tenho acessórios que combinem com..."; enfim, não tenho alguma coisa para alguma outra coisa. É incrível perceber que, na minha concepção mesquinha, sempre está FALTANDO algo. Como se o que adquiri e conquistei ainda não fosse o suficiente. 

Tão mesquinho quanto isso é levar essa mesma concepção para além do lado material. Também me pego pensando em como poderia estar mais preparada para algo, em como deveria ter mais foco para um objetivo, em como poderia agir de uma maneira mais coerente em determinada situação. Entende o que eu quero dizer? É como se sempre faltasse. Raramente, se repararmos (e se você for como eu, como eu disse no início), pensamos que "É o bastante!", "Estou bem bacana assim!", "Esse é o meu melhor!" ou "Isso me satisfaz!". 

Bem, não quero perder o foco. Só reparei numa coisa que acho que pode fazer algum sentido para você também: às vezes, as coisas podem estar sobrando. Você só não reparou com atenção. Quero te dar um exemplo prático que vivemos hoje, aqui em casa. Bruno e eu notamos, há uns dias, que FALTAVA espaço no nosso guarda-roupas. Resolvi ajeitar melhor as coisas lá de dentro, para ver se não era apenas um problema de disposição. Enquanto revirava tudo e recolocava nos cabides, percebi que várias peças de roupa estavam ali, sem uso, por mais de meses. Coisas que, por alguma razão, não tinham mais à ver com a Laysla de agora. Juntei todas essas peças para a doação. E o espaço que faltava, agora é o suficiente.

O que eu quero dizer com isso (apesar de imaginar que você já entendeu) é que, independentemente do que seja - roupas, calçados, sentimentos, relacionamentos -, às vezes é preciso se desfazer daquilo que não lhe cabe mais. Pode ser que não esteja faltando nada. Talvez, esteja sobrando. Sobrando aquilo que não deveria mais estar ali.

Beijos e até!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

VAI ME DIZER QUE VOCÊS NÃO BRIGAM?! DIFERENTÕES!


A verdade é que quando duas os mais pessoas se juntam e convivem em um mesmo ambiente, a probabilidade de acontecerem certas coisas paranormais - louças sem lavar, toalha molhada em cima cama, chinelos debaixo da mesa da sala, luz do banheiro acesa sem razão, cama desarrumada, moedas espalhadas pela casa, pingos de água do banho no chão do quarto, entre outros - é enorme. Imensa. Ilimitada. 

Se engana quem supõe que não enfrentamos problemas de oscilação de humor e impaciência aqui em casa. E, para ser sincera com você, não poderia ser diferente! Duas pessoas criadas cada uma à maneira de sua própria família, frutos de um núcleo familiar bastante diferente um do outro, com experiências pessoais únicas e, de repente, resolvem dividir a mesma cama, disputar o mesmo controle de TV e a mesma vaga no chuveiro. Existe alguma chance de não surgirem divergências em algum momento?! Ah, eu duvido!

Ontem eu estava assistindo aos vídeos da Júlia, Jout Jout Prazer, no YouTube. Me deparei com um que se encaixa bem a esse assunto: aborrecimento com os outros. A Jout Jout lançou uma frase, que ouviu da mãe num dia de irritação, que a fez pensar sobre. E fez o mesmo comigo. A tal frase é essa: "O que está acontecendo em mim que está fazendo com que essa pessoa me aborreça?".

Cara, se você analisar bem direitinho essa frase, uma de suas conclusões pode ser como a minha: se você está aborrecido com uma outra pessoa (seja o seu par, sua amiga, sua manicure), há alguma coisa acontecendo com você. Não com ela. Você é totalmente responsável por se deixar aborrecer, ou não, com qualquer motivação exterior. Só você! Trazer essa reflexão para o dia-a-dia, quando você vê aquela camisa jogada em cima do sofá (e, claro, não é a sua!), por exemplo, pode te ajudar a ter uma reação um pouco menos explosiva. E esse é um meio muito dos bons de fazer com que as coisas deem mais certo ainda no cotidiano. 

Não é porque você ama o seu parceiro ou parceira que vocês nunca irão se desentender, né? Minha mãe me ama mas nem por isso me tratava com delicadezas quando eu entrava com o tênis todo porcão dentro da casa dela. Na verdade, ela era bem indelicada mesmo (você está lendo isso, mãe?)!

Ah, assista ao vídeo da Jout Jout (maravilhosa!) aqui, ó:


Beijos e até!

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

ELE, PISCIANO. EU, SAGITARIANA. ENTÃO, O QUE DIZEM OS ASTROS?

@ingridalvespro
Desde a pré-adolescência, quando uma revistinha de astrologia era um frisson entre minhas amigas e eu, adquiri o hábito de descobrir os signos das pessoas com quem convivia e, assim, começava a mirabolar características sobre elas. Olha, e como era divertido! As amigas de Touro eram as famintas, elegantes e teimosinhas. As de Câncer, carinhosas e sensíveis demais. As de Gêmeos, falantes e ... bipolares! E, assim por diante. Mesmo não tendo me aprofundado tanto, essa coisa toda de Astrologia me acompanha desde então. A louca dos signos? Você acha? Que isso!


Então, não é estranho que eu tenha pesquisado a compatibilidade dos nossos signos, o meu e o do Bruno. Ele é pisciano, como o meu pai. E eu sou sagitariana.

Dizem que um pisciano é sentimental, apaixonado e bondoso. Por outro lado, é um viajandão, que uma vez ou outra escuta o que você está dizendo, sabe como? Já li uma vez que, para namorar um pisciano, você precisa comprar um sininho e balançá-lo quando quiser a atenção dele. Eu que o diga. Já encomendei uns fogos de artifício, porque, né?

Dizem que uma sagitariana é divertida, aventureira e gosta de aprender. Mas, olhando com mais calma, você acha um pouquinho de grosseria e impaciência nessa centauro. E o Bruno sabe bem! Tá sofrendo, coitado. Mas, juro que não é por querer. É coisa do signo, tá?

A nossa combinação, como eu estava dizendo, me preocupou um pouco. O resultado previa que teríamos dificuldades para nos relacionarmos justamente no início. Segundo o site (que confiabilidade, né?), Sagitário (eu) seria menos emotivo que Peixes (ele), e isso iria bagunçar tudo. Mas, me apeguei à parte que dizia: "Existe entre eles uma forte atração e sensação de familiaridade, que pode estreitar essa relação". A conclusão foi que, se esses signos conseguissem sobreviver aos empecilhos, logo Peixes aprenderia a ser mais ousado ao lado de Sagitário e, por sua vez, Sagitário encontraria o seu porto seguro em Peixes. Que sacada!

Bem, apesar de todas essas previsões astrológicas, o que eu quero mesmo dizer é que a compatibilidade depende de apenas uma coisa: vontade mútua. Isso independe do que diz a Astrologia. Se ele é de água e eu sou de fogo, mas o abraço dele é quentinho, está tudo bem por aqui. Acho, de verdade, que a gente só consegue mesmo ser feliz quando estamos desprendidos das pré-definições, das previsões e, muitas vezes, da lógica. Se o seu guia for o amor, as chances de dar certo são como as estrelas: incontáveis.

domingo, 10 de janeiro de 2016

MÃÃÃE, O BRUNO PINTOU MEU CABELO!

É ISSO MESMO! 

A ideia de mudar já está há bastante tempo correndo aqui, na minha cabeça. 

Eu desconfio que muita gente, assim como eu, acha válido "selar" uma nova fase da vida fazendo alguma mudança visível. Uma tatuagem, um corte de cabelo, um novo estilo, talvez. Se engana quem pensa que se decidir por isso é simples. As mudanças exigem da gente uma carga de reflexão e coragem! E, claro, a graça está justamente nisso: no desprendimento.

Ontem não teve texto aqui no blog. O Bruno me acompanhou na saga de encontrar a tintura de cabelo que eu queria (depois de assistir a 276 vídeos na YouTube). A Alfaparf 7.4. De duas, uma: ou todas as pessoas de Angra dos Reis compraram essa tintura (e todos estaremos iguais dentro de uma semana); ou a tintura, de fato, tem pouca saída e não é sequer encomendada pelas lojas de cosméticos. O Bruno chegou a dizer que era um sinal. Será?!

Não era, porque conseguimos, finalmente, encontrá-la! E só havia uma, UMA, caixinha na prateleira. Viemos para casa e, num estopim de coragem, começamos o processo de coloração. O Bruno, muito incomodado com a minha afobação (muita afobação!), pegou o pincel e assumiu o trabalho. Então, mãe, a culpa é dele! ESTOU RUIVA!






Como antes o meu cabelo estava bem loirinho e com a raiz já crescida, a raiz e o comprimento ficaram um pouco desiguais. Mas, não faz mal, não! Dizem que tons de ruivo só fixam mesmo lá pela 4ª coloração. A cor que ele está ainda vai desbotar bastante. E, assim, o tom vai mudando. De ontem para hoje, lavei o cabelo duas vezes e já pude notar a diferança. Pretendo recolorir dentro de uns 20 dias. Vamos ver o que acontece, né? 

Agora, essa sensação de novidade está tomando conta de mim. E posso garantir que é boa demais! Beijos e até!

PS.: Minhas amigas amantes do loiro platinado irão se rebelar. Posso sentir! Hahaha ... 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

BOLO DE BANANA (CONTRA O DESPERDÍCIO): FOMOS PRA COZINHA!

Uma coisa que a gente começa a evitar depois de deixar de morar com os nossos pais é o desperdício. Parece que só quando a gente passa a morar sozinho ou constitui a nossa nova família é que entendemos com mais propriedade o verdadeiro valor do dinheiro. Eis a questão! Tínhamos um cacho de bananas quase estragando aqui em casa. O que fazer um cacho in-tei-ri-nho de bananas de uma vez só? Vitamina iria render uns litros. Iríamos desperdiçar de qualquer jeito. Então, o Bruno pensou em um bolo, daqueles bonitões com a cobertura de caramelo e bananas fatiadas! Na verdade, esse é o nosso primeiro bolo na casinha nova ... E primeiro bolo que o Bruno faz nesses 31 anos de vida. Então, já pra cozinha?! A receita:







OS INGREDIENTES:

Para a massa!

• 3 ovos
• 2 xícaras de açúcar
• 1 xícara de leite
• 1/2 xícara de óleo
• 2 xícaras de farinha de trigo
• 1 colher (sopa) de fermento químico
• 7 bananas

Para a cobertura!

• 3/4 xícara de açúcar
• 1/2 xícara de água quente

A gente preparou assim, ó:

Cobertura:

Em uma panela, coloque o açúcar e misture bem, até derreter. Despeje água quente e mexa um pouco mais até dissolver todo o açúcar. Depois disso, é só deixar engrossar até chegar ao ponto de calda. Reserve.

Massa:

No liquidificador, bata os ovos, o açúcar, o óleo e o leite.  Aos poucos, acrescente a farinha de trigo e continue batendo até que a massa fique lisinha. Por último, coloque o fermento e bata na velocidade mínima do liquidificador.

Unte uma forma média com margarina e farinha. Despeje o caramelo e as bananas cortadas na forma. Leve para assar em forno médio (180º C), preaquecido, por cerca de 30 minutos. 

Dica: Vá conferindo porque o tempo pode variar um pouquinho, dependendo da potência do forno!


O bolo ficou de uma lindeza! Brilhante, rechonchudo, maciiiio. Soltei um palavrão na primeira mordida. Pois é ... Uma delícia do tipo: solta os cachorros! É rapidinho e vale muito o sabor. Faça, viu? Depois, conta aqui o que achou. Ah, e se souber alguma receita fácil e rápida, por favor, fala pra gente também?! Estamos "precisados". Sério. Mesmo!

Beijos e até!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A CAMISA DO PEQUENO PRÍNCIPE, A ESCOLHA DO ESMALTE E O MEU PAR.




Antes mesmo da gente se levantar, me dei conta que eu estava usando uma camisa de algodão do Pequeno Príncipe e um short cor de rosa com bolinhas brancas. Num insight, pensei sobre a ideia que eu tinha de que, quando eu me casasse, usaria única e exclusivamente camisolinhas delicadas e lingeries novas. Não me parece que o plano deu muito certo, não. E, cá entre nós, não temos sequer um mês de casados.

Como nem sempre guardo para mim o que penso (ainda que isso possa despertar um sentimento que não existia antes no outro), falei com ele: "Amor, eu estou com a camisa do Pequeno Príncipe! Não é nenhuma camisolinha de mulher." Ele sorriu e respondeu: "Não precisa disso, amor. Gosto assim!". E, para ser sincera, por mais que a intuição feminina teime em duvidar de declarações como essa, eu gostei de ouvir. E preferi acreditar, claro!

Dia desses, consegui um tempinho antes do almoço para fazer as minhas unhas (tinha um aval pra não lavar as louças depois, né?). Não sei se você é como eu, mas a escolha do esmalte é uma das etapas mais chatinhas, num certo ponto de vista; eu sempre digo: nunca dê opções a um indeciso! Levo todo o tempo do processo escolhendo a cor que expresse o meu humor naquele dia. E erro (até porque o meu humor varia rapidinho). Que coisa!

Com pouca habilidade, cortei as unhas, lixei-as, tirei as cutículas e nada de esmalte. Separei 3 vidros nas mãos: vermelho (afinal, preciso parecer mais sensual, segundo a mídia), e dois tons de azul. Um acinzentado e outro, turquesa. Cor do céu. Pensei que o Bruno poderia me ajudar a decidir. Presumi, antes mesmo de perguntar, que ele sugeriria o vermelho. Homens amam vermelho, é o que dizem, como se fosse uma verdade incontestável.

"Cara, qual desses esmaltes?" e mostrei os vidrinhos. Ele respondeu: "O azul, o azul, cara!", sacudindo os braços como uma criança de 5 anos. Turquesa. Cor do céu.

Pois é! Me parece que, seja em relação a camisolas ou em relação às cores, ainda tenho muito o que aprender sobre ele. Ou pode ser, apenas, que eu tenha algumas coisas para desaprender.

Beijos e até!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

DICA DE PASSEIO: A PRAIA CUJO NOME É UM MISTÉRIO - ANGRA DOS REIS | RJ.

Hoje, tivemos duas boas razões para ir ver o mar: o aniversário de 514 anos de Angra dos Reis (ou seja, feriadão, tudo fechado!) e a visita da minha família (parte dela) aqui em casa. Entre 365 ilhas (histórias que o povo conta) e uma porção de praias, escolhemos uma das que tem problemas com o nome. Isso é bem engraçado por aqui: não é raro a gente se referir a mesma praia por nomes diferentes. A Praia do Leste (que era a nossa suposição de nome até então) é pequena, com areia branquinha, água clara, que reflete um tom de verde claro bem lindo. Não há bares, só casas de veraneio. Aliás, essa praia "pertencia" a um condomínio fechado. E agora, para a nossa alegria, é servidão pública. Mas, comparada às outras praias mais populares, continua mantendo um ritmo de visitação equilibrado. O que é maravilhoso ... e raro!












Se você se interessou e quiser visitar, o acesso é pela Estrada do Contorno. Não tem erro. Agora, por favor, se alguém conseguir descobrir o verdadeiro nome da praia e desvendar o que houve com a placa informativa dela (repare na foto!), por favor, conta pra gente. Por que o Google não deu conta não. Agora, para inspirar mais essa coisa de linda de mar, ouve essa música aqui: "O mar e o ar", Orquestra Imperial. E aproveite esse sol, vai! Beijos e até!



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O QUE DEIXAR EM 2015: A NOSSA LISTA!

A virada do ano já aconteceu, mas isso não significa que ainda não haja tempo para repensarmos nossas metas e expectativas para 2016, né? Afinal de contas, ainda estamos na primeira semana de Janeiro. A boa notícia é essa: dá tempo! Hoje, o Bruno e eu estávamos conversando exatamente sobre isso: metas. Eu gosto muito dessa ideia de início. Me faz pensar em chance, oportunidade. Então, acabo sempre fazendo uma listinha de coisas que quero realizar ou conquistar no ano. Ele, o Bruno, prefere não estipular metas justamente por se sentir mais livre assim. Ou seja, a qualquer momento, você pode querer fazer qualquer outra coisa, sem peso, sem culpa. A verdade é que a gente pode encarar as metas do jeito que a gente quiser, e tudo bem!

Então, pensei o seguinte: em fazermos uma lista! Adoro listas. Mas, não uma lista de metas para 2016, mas uma lista de o que deixar em 2015! Vem ler?


As minhas escolhas:

• Má alimentação: É simples, a coisa está feia mesmo para o meu lado. Imagine uma pessoa viciada em hot-dogs e molho de maionese. Sou eu. Opa, era!

• Postergar: Deixar as minhas responsabilidades para a última hora sempre me prejudica. De fato, não preciso deixar para amanhã o que poderia tranquilamente fazer hoje.

• Inércia: Procurar os amigos, entrar em contato com a família, ir ao cinema, à praia, conhecer gente nova ... enfim! Sair de casa e ver as coisas acontecerem.

• Insegurança: Poxa, ela faz mal à qualquer um. Para 2016, mais confiança, mais força, mais amor-próprio!

• Dependência de opiniões: O que tem um pouco a ver com a insegurança. Mais decisões próprias, por favor, Laysla!

As escolhas dele:

 Sedentarismo: "Nossa, que vontade de correr! Mas, poxa, olha essa cama." - Nada disso, né?

 Cigarro: Uma das coisas mais difíceis é lidar com um vício. Essa é uma das expectativas mais sérias! Vamos torcer juntos para que fique mesmo para trás.

 Preguiça: Alguma coisa como "Nossa, olha essa cama!" outra vez. Hahaha ...

• Pessimismo: Esperar mais por coisas boas. Nem tudo precisa ser tão denso. Mais leveza para nossas vidas!

• Insegurança: Medo do presente, medo do futuro ... A gente nunca pode prever. Deixar aquilo que não está no nosso controle acontecer naturalmente é a chave.

Claro, se não houver desafio, qual é a graça?! Espero que vocês também abandonem muitas coisas de 2015: tudo o que pesar, tudo o que não acrescentar. Que 2016 seja pura luz! Aproveita e conta pra gente o que você quer abandonar. Quem sabe a gente não faz um listão coletivo?

Beijos e até!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

CASEI?


Não faz muito tempo em que eu e minha mãe ficávamos assistindo ao Discovery Home and Health e ao GNT, procurando acompanhar todo e qualquer movimento sobre casamentos que eram possíveis. Desde decorações de festas ao vestido ideal, a gente se divertia escolhendo quais seriam as opções para o meu tão esperado dia de princesa (e o príncipe?). Não posso negar que durante um período bem longo, eu aglomerei uma porção de ideias e expectativas sobre como viria a ser esse dia e, principalmente, como continuariam sendo os dias seguintes ao casamento, independentemente do noivo. Pois é.

Lembrando de algumas ideias, consigo até rir de mim mesma. Eu gostaria, por exemplo, de ter um estoque de toalhas felpudas, não usar nenhuma variação de sabão em pó e alvejante que não fossem OMO e Vanish e usar lingeries novas todo santo dia. Coisa pouca. Totalmente possível.

Acontece que eu fiz tudo diferente! Tudo. Encontrei o meu amor quando menos esperava e, também quando menos esperava, as coisas começaram a acontecer. "Mora comigo!", em um ano e meio de namoro, ele propôs. "Não brinca com isso. Olha que eu vou, hein?". E vim. Ele deixou de morar com o irmão e estamos a quase um mês morando juntos, aqui em Angra dos Reis (cidade que não é a minha, caso alguém ainda não saiba). Três dias depois de ter vindo para cá com todos os meus trapinhos, ele me pediu em noivado. De joelhos.

A verdade é que nenhum Discovery Home and Health ou GNT poderia prever que tudo seria tão bonito para nós dois. Ainda não teve vestido branco, chuva de arroz, cortar a gravata. Mas a gente está feliz num tanto! Talvez haja ainda algum evento para definir e algum documento para comprovar, já que a sociedade anseia fervorosamente por nomear as coisas. Mas não temos pressa! Por enquanto, peço licença às categorias e definições, para dar um nome real e valioso ao que estamos vivendo: AMOR. E só!

E, quanto ao sabão em pó, estamos usando o "Surf" mesmo.