domingo, 28 de fevereiro de 2016

HOJE, COMEMORAMOS O ANIVERSÁRIO DO BRUNO E ...


Eu sou mesmo uma pessoa de sorte. Quem poderia imaginar (creio que nem mesmo nós) que em dois anos tantas coisas aconteceriam em nossas vidas e que, de repente, eu estaria comemorando o seu aniversário vivendo sob o mesmo teto que você. Quem poderia imaginar que eu aprenderia tanto, em tão pouco tempo, com uma das pessoas mais pacientes e dedicadas que eu já conheci até aqui. Ou, até mesmo, imaginar que a gente poderia comemorar a vida todos os dias com os pequenos detalhes do nosso cotidiano. Cuidando da nossa casinha, cozinhando a nossa janta, dividindo a mesma cama. 

Nesse ano, em especial, sinto que é tempo de comemorarmos diversas coisas nesse 28 de fevereiro. Porque, dessa vez, além de comemorarmos o seu aniversário, meu amor, comemoramos também as nossas pequenas conquistas que, dia após dia, estão surgindo. E eu só posso te agradecer por isso. Pelo companheiro que é. Por ser esse grande amigo que me faz gargalhar o tempo todo; por ser esse profissional dedicado e questionador, querido e, principalmente, respeitado pelos seus alunos; por ser esse cara que me protege e se preocupa com a minha alimentação, com o meu bem-estar, com a minha autoestima. 

Obrigada por me aceitar no seu mundo. Por me fazer parte dele. Você é um verdadeiro porto seguro. E eu prometo que, mesmo errando várias e várias vezes, vou me dedicar sempre para que a sua vida seja muito mais feliz. Enquanto eu puder, quero que tenha mais conquistas, mais sorrisos, mais prazeres, mais amor.

Eu olho para o seu rosto e vejo 32 anos de doçura. E é esse rosto que eu quero ver por anos à fio, dormindo e acordando ao meu lado.

Eu te amo, belugo. Feliz aniversário!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

UM DOMINGO EM 10 FOTOS!

No último domingo, ainda que com o céu nublado, saímos de casa e seguimos para Paraty Mirim, RJ. Como foi, vou contar em fotos:


 Posso dizer que, graças ao Bruno, de uns tempos para cá, venho achado os carros antigos uma graça. Vai dizer que essa Rural em branco e azul nessa estrada não está parecendo cena de filme?! Quem sabe, um dia seremos nós a dirigir um assim ...


 Essas casinhas no campo, com muito verde e telhas de barro me lembram muito da casa que morei em Paraty, em 2013. A tranquilidade e a serenidade de um lugar como esse, sem dúvida, deixam saudade. Nostalgia do bem!


Um estacionamento em que o seu carro, certamente, estará protegido. Hahaha ...


Ruínas e esse quê melancólico. Provavelmente, essa construção era vinculada à igreja principal da praia de Paraty Mirim. Não sei, ao certo. Só sei que é bonita, sim!


O topo da igreja principal da praia de Paraty Mirim. E, quanto à beleza dessa cruz de concreto?!


Só porque bicicletas conseguem trazer poesia a qualquer cenário!


Ainda brasileiros ...

❤ "Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também." Do Caio Fernando Abreu. E do mar. [A]mar.

Eu gosto de fotografar desconhecidos, principalmente quando eles não se dão conta que estou fotografando. Essa moça, de alguma forma, parece que sabia. Não?!


Por fim, e muita bem vinda, a chuva. Para refrescar o calor que ainda não tinha ido embora com o mergulho no mar.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

2 MESES VIVENDO SOB O MESMO TETO E ...


Nessa semana, enquanto eu trabalhava, abri a minha bolsa e , por sorte, encontrei uma garrafinha de água lá dentro. Pensei, entre um segundo e outro, que eu não me lembrava de quando a havia posto ali. Já em casa, me dei conta de que não, eu não estava ficando louca. De fato, não havia sido eu a guardar a garrafinha na bolsa. Até por que, em que momento da minha vida eu me preocuparia em me hidratar e proteger as minhas cordas vocais com água enquanto falo exaustivamente com os meus alunos? Se não nunca, quase. A preocupação foi do Bruno. E, meu Deus, quem - senão a minha mãe, quando eu ainda tinha 8 anos - colocaria uma garrafinha de água na minha bolsa? Eu acho que esse cara me ama.

São 2 meses e 3 dias que estamos vivendo sob o mesmo teto. Eu descobri que o Bruno não apaga a luz do banheiro quando sai e, assim, uma das minhas frases favoritas desde então é "Bruno, acho que tem alguém lá no banheiro". Brincadeira paranormal. Eu espero, do fundo do meu coração, que nunca tenha. A menos que a gente saiba disso. O Bruno também descobriu uma coisa para qual o meu pai sempre tentava alertá-lo: "Essa menina não lava a louça"! Não pense você que isso é real. Infelizmente não. Eu lavo sim. Só odeio, com todas as minhas forças.

Eu descobri que o Bruno tranca a porta do banheiro porque gosta de privacidade (e não quer que eu invada o seu espaço querendo usar o sanitário) e eu tomo banho, muitas e muitas vezes, com a porta aberta. Para refrescar. Ele também descobriu que eu como um pote de maionese por semana e isso já foi motivo de discussão aqui em casa. O pior é que não estou me esforçando para me livrar do vício. Aliás, trocamos a maionese comum pela light. Serve?

Uma coisa que me surpreendeu foi notar que o Bruno vive em uma realidade paralela num universo distante chamado Clash of Clans. Deus, por quê? Os criadores desse bendito jogo, suspeito eu, nunca imaginaram que isso poderia comprometer a vida social das pessoas? Eu, de vez em quando, estou querendo resolver o que vamos comer, e o Bruno está se preparando para mais um ataque à vila sei lá o que das quantas com o seu exército. Ataque esse que dura 3 infindáveis minutos. Nunca vi 3 minutos tão longos.

Entre essas e outras descobertas, reafirmo a cada dia uma coisa que eu já previa desde o início: fiz a melhor escolha. Eu amo mesmo esse cara e, que louco!, parece que esse sentimento só aumenta. O amor que eu estou sentindo agora desqualifica qualquer luz desnecessariamente acesa e, pasmem, até mesmo a saga dele em Clash of Clans.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O QUE EU [DES]APRENDI COM "O MÁGICO DE OZ".


Talvez eu seja, em muitos aspectos, como o leão que procura por coragem na Cidade das Esmeraldas. Enquanto o espantalho procura por um cérebro e o homem de lata por um coração, eu sigo, encarando a aparição do perigo com um rosto bravio e, por fim, chorando exageradamente ao ter a chance. Por medo.

Com toda a pureza de um longa-metragem infanto-juvenil, o Mágico de Oz foi um dos filmes que mais me ensinou algumas lições. A minha identificação com o leão, principalmente, me mostrou uma vertente um pouco mais gentil ao final. E a identificação deixou de ser triste, para servir de empoderamento.

O "Mágico de Oz", da maneira que podia, ajudou o leão com algumas reflexões, com a finalidade de fazê-lo entender o que ele, verdadeiramente, buscava; e era:

"- E a minha coragem? - perguntou o Leão, ansioso. - Eu sei que você tem muita coragem - respondeu Oz. Só precisa de confiança em si mesmo. Não existe criatura viva que não sinta medo diante do perigo. A verdadeira coragem consiste em enfrentar o perigo mesmo com medo, e esse tipo de coragem você tem de sobra."

Precisei assumir para mim mesma que, sim: se a coragem for, de fato, agir apesar do medo, eu a tenho. Ainda que essa coragem não seja premiada. Ainda que essa tal coragem não seja digna de "uma medalha". Acabo, por fim, me agarrando a mais um conselho do "mágico": "Mas você, amigo, é vítima de um pensamento desorganizado. Sofre com a triste ilusão de que não tem coragem só porque acaba fugindo do perigo. Confunde coragem com sabedoria."

Com essas lições, consigo chegar a duas conclusões: tenha coragem e, mesmo que o medo o consuma, busque a sabedoria. Afinal, o que a gente conhece nos assusta bem menos. Ou sequer assusta.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O NOSSO JEITO DE FOLIAR.

O momento é do carnaval. As minhas redes sociais estão cheinhas de amigos fantasiados, bloquinhos, festa e muito sol! A gente precisa mesmo desse momento para nos distrairmos um pouco da seriedade que as responsabilidades do ano trazem ... Bem, eu o Bruno não saímos para foliar. Não exatamente. A questão é que a gente vive em uma cidade muito procurada nessa época do ano (que é Angra dos Reis, caso você ainda não saiba). Nos finais de semana normais, sem feriados, as praias e cachoeiras já ficam suficientemente cheias. Mas, ó, dessa vez, a cidade se superou! As praias estão lo-ta-das mesmo!

Nesse fevereiro, evitamos os bloquinhos e a festança. Estamos, na maioria do tempo, quietinhos em casa, assistindo seriados, lendo os nossos livros (estou lendo "A Insustentável Leveza do Ser", Milan Kundera) e comendo brigadeiro. Ainda vamos visitar a nossa família em Volta Redonda (afinal, imaginamos que lá esteja muito mais transitável que aqui). Hoje, especificamente, nos permitimos ir um pouquinho à praia. Olha, não foi tarefa fácil não! Tudo que conhecemos estava, como eu disse, lotado. Gente de tudo quanto é canto. Nos afastamos um pouquinho mais de carro, ouvindo Phil Veras, Cícero e Bernardo Bravo no rádio (nada carnavalesco, né?). Decidimos conhecer a praia do condomínio Club Med (que a gente acabou descobrindo que já é em Mangaratiba). O condomínio tomou conta dela, como acontece em várias outras praias daqui da região. Mas o acesso é permitido; difícil, mas permitido. Por conta disso, ela estava consideravelmente vazia. É lindíssima! Mas, confesso que não é exatamente o nosso ideal de praia confortável. Vigilantes para todos os lados, mas: queridos, a praia é nossa!






Para reenergizar, terminamos o dia com um mergulho na cachoeira da Caputera, aqui em Angra. Bem, esse pode não ser exatamente o ideal de carnaval para muita gente. Mas, posso dizer? Está gostoso assim! E, se acontecer da gente se decidir por foliar, é só descer as escadas do prédio. Logo ali tem um bloquinho! Curta o seu carnaval a sua maneira. Leia, descanse, pule, dance, coma, beba. Se o que você estiver fazendo te faz feliz, então esse é o carnaval ideal!

Beijos e até!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

UM DIA DE AMOR, AMIGOS E FOTOGRAFIAS.

Dentre tantas coisas lindas que a gente pode experimentar na vida, ter amigos e poder celebrar o amor são as mais doces. Eu posso dizer, com o coração cheio, que a alegria de poder celebrar o amor de amigos, então, é imensurável. Há mais de 8 anos conheço a Mayara e, há alguns outros anos, tive a chance de conhecer o Tiago. O negócio é que agora eles vão se casar e, para a minha felicidade, vou ser madrinha desses dois. Taurino e canceriana. Eu já disse que tem tudo para dar certo, não disse? (Eles certamente vão me chamar de "a louca dos signos" quando lerem isso aqui).
 
A Mayara nos fez um pedido que não poderíamos negar: presenteá-los com algumas fotos. Eu disse a ela que o Bruno seria a pessoa ideal para a tarefa. E ele - o Bruno -, com o maior prazer, fez uma porção de fotos deles. Eu, como não poderia ser diferente, amei o resultado. Recebemos a Mayara e o Tiago no último domingo, aqui em casa, e passamos um dia muito - mas muito -  bacana, andando de um lado ao outro da cidade, atrás de uma boa luz (ainda estamos aprendendo!). Finalizamos o dia tomando banho de mar às 20h (com direito a morcegos sobrevoando o mar e tudo!). E o mais bacana dessa experiência foi (está sendo) a chance de fazer parte dessa história.
 







 
É perceptível que adoramos histórias de amor. As reais, aquelas que estão por perto, tem um poder incrível de emocionar a gente. É muito bom ver o amor se expandir. Criar raízes. Se expor para o mundo.
 
Nós, o Bruno e eu, desejamos tudo que possa haver de bonito para vocês, Mayara e Tiago. No dia do "sim", estaremos assistindo a tudo com o coração cheio de alegria. Enquanto isso, preparam-se, porque um futuro lindo aguarda vocês.
 
Beijos e até!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

SOBRE O MEDO DO NOVO (E O FIM DAS FÉRIAS).

 
Há pouco mais de uma semana não apareço por aqui. Não escrevo, não assumo compromissos, mal leio. Hoje são dois de fevereiro e anteontem foi o último dia das minhas férias. Antes que você pense que esse texto é para engrandecer o período de férias, já te digo que não. A verdade - verdadeira - é que eu, pelo menos, comecei a ficar assustada com o reinício. Ontem comecei uma nova etapa profissional. O trabalho em uma nova escola vai me expor a possíveis novas relações, novos colegas, novos alunos. E, não dá para negar, o novo sempre me assusta. A sensação que tenho (e que, às vezes, me angustia) é que frequentemente sou exposta ao novo. Por escolha própria. Confesso que é um tanto cansativo. Dois mil e quinze não foi um ano fácil, mas ao menos profissionalmente, no segundo semestre, as coisas começaram a tomar forma. Já havia me adaptado à escola em que trabalhava, feito amigos, sentido uma tranquilidade que há muito tempo não sentia em um ambiente de trabalho (o que é primordial para manter a sanidade). E, agora, "é tudo novo, de novo".
 
Prometi a mim mesma que abandonaria a insegurança no ano que passou. Me parece que não vai ser tão fácil assim. O que espero que vá me salvar é a energia da novidade. A liberdade de um recomeço e a chance de realizar algo ainda maior e mais louvável. De vez em quando, a gente vacila. Começa a se debater entre ansiedade e vontade de acertar e acaba caindo. Mas, ouvi em algum filme, por esses dias, que o que define um homem é a sua capacidade de se reerguer após uma queda. Ou algo bem parecido. Acho que vou adotar esse lema, caso a insegurança ainda não queira soltar a minha mão.
 
Não posso ter certeza se vou conseguir manter o ritmo de textos que tanto gostaria e que tentei manter durante as férias. Mas uma coisa é certa: vou fazer o possível para não permitir que o cotidiano me pregue peças, a ponto de eu não conseguir realizar aquilo que me faz bem. Como escrever.
 
Já é fevereiro. Agora, 2016 é para valer. Não vamos nos esquecer: Tudo o que a gente quer está do outro lado do medo.
 
Beijos e até!